Fredua Koranteng Adu. No futebol, Freedy Adu. Nasceu em 1989 aquele que viria a ser o menino de ouro do soccer norte-americano, o mais novo estreante da Major Soccer League (MLS), com apenas 14 anos, título que se mantém até hoje intacto no principal escalão do futebol dos Estados Unidos.

O mundo do desporto rei haveria de lhe chamar o novo Pelé, a Nike faria campanhas milionárias com o jovem atleta em 2003 a aparecer ao lado de LeBron James. Adu era o futuro do futebol, no mundo dos videojogos, era a promessa do Football Manager e no mundo real era apontado a clubes como Juventus e Manchester United.

A história do jovem norte-americano está viva na memória de todos os fãs de futebol. Depois de quatro épocas como profissional disputadas nos EUA, três com o DC United e uma com o Real Salt Lake, e um campeonato conquistado, logo na primeira temporada, Adu não seguiu nem para Inglaterra, nem para Itália. Em 2007, o SL Benfica anuncia a sua chegada. Tem 19 anos, vai vestir o número 30 e tem o mundo a seus pés.

Há 13 anos, o jovem Freddy Adu estava longe de saber que a sua carreira seria distante da a de Pelé ou a que lhe era imaginada por algoritmos nos videojogos. Depois de uma temporada em que não se conseguiu afirmar nos encarnados (21 jogos e 5 golos), uma época em que o clube da Luz trocou três vezes de treinador — começou com Fernando Santos no banco e terminou com Fernando Chalana — o internacional norte-americano (estreou-se pela seleção dos EUA apenas com 16 anos), entrou numa aparentemente infindável rota de empréstimos. Primeiro foi o AS Monaco (11 jogos), depois o Belenenses (4 jogos), o Aris (11 jogos e 2 golos) e por fim, na segunda divisão turca, o Caykur Rizespor (13 jogos e 4 golos).

O término da sua ligação ao Benfica colocaria fim às sucessivas cedências e marcou o regresso de Adu aos Estados Unidos para representar o Philadelphia Union. Por ali ficou duas épocas, fez 41 jogos e marcou 10 golos, antes de voltar a sentir um decréscimo na carreira e ser protagonista de artigos com o título “o que é feito de Freddy Adu?”. À MLS seguiu-se o Brasileirão, onde vestiu as cores do Bahia (6 jogos), o FK Jagodina (1 jogos), da Sérvia, o KuPS (8 jogos e dois golos), da Finlândia. Regressaria aos Estados Unidos em 2015 para disputar as divisões inferiores, primeiro ao serviço dos Tampa Bay Rowdies (13 jogos) e depois ao serviço do Las Vegas Lights (14 jogos e 1 golos).

O último jogo oficial do médio ofensivo foi a 14 de outubro de 2018, há cerca de dois anos. Foi titular e depois substituído aos 56 minutos. Tinha, à data, 29 anos.

Hoje, no jornal a Marca, há uma notícia que chama a atenção não só para o percurso do norte-americano, mas para uma das novas fontes de rendimento de um jogador que, atualmente, está sem clubes: gravar mensagens de aniversário em vídeo para os fãs.

No site Cameo, por 69 euros é possível pedir que o ex-Benfica grave uma mensagem em vídeo para nós ou para um amigo ou familiar. Por 4,59 euros, é possível trocar mensagens com o próprio. Na descrição, no perfil daquela página da Internet, o atleta de 31 anos apresenta-se como antigo internacional pela seleção dos Estados Unidos e como o jogador mais novo a estrear-se na MLS, como quem recorda o que foi e o que poderia ter sido.

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