De acordo com a equipa Repsol Honda, o piloto espanhol começou a sentir sintomas relacionados com a sua visão na viagem de regresso a Espanha.

“À chegada a Barcelona, na segunda-feira, visitou de urgência o médico da sua confiança, o Dr. Sánchez Dalmau, que, após os exames, confirmou uma recaída da diplopia que o piloto sofreu no passado mês de novembro”, lê-se no comunicado da equipa.

De acordo com o médico catalão, citado pela equipa, foi decidido seguir “um tratamento conservador com realização de avaliações médicas periódicas”.

Assim, “na próxima semana, Marc Márquez vai submeter-se a uma nova avaliação para aquilatar da evolução da lesão e poder prognosticar um período estimado de recuperação para poder voltar à competição”, explicou o clínico.

Recorde-se que a diplopia foi causada pela paralisia do quarto nervo ótico do olho direito e provoca visão dupla, uma lesão rara em alta competição, mas que já afetou, por exemplo, o piloto português Tiago Monteiro, após um acidente sofrido em Espanha, em 2017.

Marc Márquez falhou a corrida do GP da Indonésia de MotoGP, segunda prova do Mundial de Velocidade em motociclismo, ganha pelo português Miguel Oliveira (KTM), depois de sofrer uma violenta queda na curva sete do circuito de Mandalika, na sessão de aquecimento anterior à corrida.

A equipa médica do campeonato confirmou que o piloto sofreu uma comoção cerebral e vários politraumatismos, mas exames subsequentes descartaram qualquer lesão grave.

Por precaução, a equipa médica do campeonato, em conjunto com a equipa do oito vezes campeão mundial, decidiram que o piloto não deveria participar na corrida.

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