“Eu não tenho que responder aos críticos. Tenho de fazer o meu trabalho dentro do campo e ajudar a equipa. São opiniões e eu tenho de aceitar”, limitou-se a dizer, em conferência de imprensa, realizada na Cidade do Futebol, em Oeiras.

Depois do empate (1-1) de quinta-feira no particular com a vice-campeã Mundial, a Croácia, o médio, de 26 anos, que esta temporada se transferiu para os espanhóis do Bétis de Sevilha, deixou clara a intenção de vencer o “adversário super difícil” que é a seleção transalpina, na estreia na nova competição da UEFA.

“Vai ser uma competição em que vamos entrar para ganhar. É um adversário super difícil, uma equipa muito forte e o mister vai dizer o que temos de fazer para derrotar a Itália. Queremos fazer um grande jogo”, declarou o antigo jogador do Sporting.

Segundo William, a ausência da Itália do último Mundial2018, na Rússia, não tira crédito nem valor aos jogadores de “muita qualidade” comandados agora por Roberto Mancini.

Sem Cristiano Ronaldo no grupo dos 24 convocados, William admite que o capitão faz falta, mas elogia as novas caras e salienta que os mais velhos podem ajudar na integração.

“Obviamente que sim [faz falta]. É o nosso capitão, mas não estando aqui temos qualidade suficiente para representar bem a seleção. Estão aqui muitos jogadores pela primeira vez, são eles o futuro da seleção e vêm ajudar com a sua qualidade. Temos outros com muita experiência, como o Pepe, que vai ajudar os mais novos na integração”, referiu.

Na segunda-feira, a equipa das ‘quinas’ defronta, no Estádio da Luz, em Lisboa, pelas 19:45, a Itália, em jogo da primeira jornada do Grupo 3 da Liga das Nações.

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