Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em termos médios, no período de janeiro-fevereiro de 2020, as exportações tinham registado um aumento de 2,2% e as importações tinham progredido 0,2%.

Em março, “destacam-se os decréscimos tanto nas exportações como nas importações de ‘material de transporte’ (-33,5% e -38,4%, respetivamente), principalmente ‘automóveis para transporte de passageiros’ nas exportações e ‘outro material de transporte (aviões)’ nas importações”.

O INE salienta ainda os ‘produtos alimentares e bebidas’ como tendo sido a “única categoria de produtos a registar aumentos quer nas exportações (+3,8%), quer nas importações (+6,7%) em março de 2020″.

Excluindo os combustíveis e lubrificantes, “as exportações e as importações diminuíram 13,3% e 12,9%, respetivamente (-1,1% e +3,7%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2020)”.

Em março, o défice da balança comercial de bens registou uma diminuição de 151 milhões de euros face ao mês homólogo de 2019, atingindo 1.586 milhões de euros.

Excluindo os combustíveis e lubrificantes, a balança comercial atingiu um saldo negativo de 1.155 milhões de euros, correspondente a uma diminuição do défice de 144 milhões de euros em relação a março de 2019.

No que respeita às variações face ao mês anterior, em março de 2020 as exportações e as importações diminuíram respetivamente 8,0% e 5,7% (-4,9% e -2,9%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2020).

Considerado todo o primeiro trimestre de 2020, as exportações e as importações de bens diminuíram respetivamente 3,0% e 4,0% face ao primeiro trimestre de 2019 (+3,2% e +0,3%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em fevereiro de 2020).

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou cerca de 267 mil mortos e infetou mais de 3,8 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Cerca de 1,2 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.105 pessoas das 26.715 confirmadas como infetadas, e há 2.258 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, vários países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

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