A fusão por troca de ações deverá estar concluída no primeiro semestre de 2020, indicaram os dois grupos num comunicado comum, adiantando que a nova entidade se chamará Raytheon Technologies Corporation.

O novo conglomerado terá um volume de negócios combinado de 74 mil milhões de dólares (65 mil milhões de euros) em 2019.

“O casamento da United Technologies e da Raytheon vai definir o futuro do setor aeroespacial e da defesa”, assegurou Gregory Hayes, patrão da United Technologies, que irá liderar o novo grupo.

Tom Kennedy, patrão da Rayheon, será presidente do conselho de administração.

Uma vez concluída a fusão os acionistas da UTC controlarão 57% da nova empresa, enquanto os da Raytheon deterão os 43% restantes, precisou o comunicado.

Raytheon é o fabricante dos mísseis de defesa Patriot, celebrizados durante a primeira guerra do Golfo, e dos mísseis de cruzeiro Tomahawk, cujo lançamento durante a noite a partir de navios da Marinha norte-americana marcaram o início do segundo conflito na região.

A United Technologies fabrica os motores Pratt e Whitney, civis e militares, que equipam, nomeadamente, os aviões de combate F-35.

Paralelamente, a United Technologies vai completar, até ao primeiro semestre de 2020, a separação das suas atividades na área dos elevadores Otis e dos sistemas de refrigeração e climatização Carrier.

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