“A seguir à Croácia [Portugal] é o país que tem a melhor evolução em termos de emprego. É uma grande alegria, mais uma, sobretudo por via do Eurostat, que é sempre muito rigoroso e muito duro nas estatísticas que apresenta, porque significa que parece confirmar-se o crescimento económico e, portanto, a criação de emprego”, disse Marcelo rebelo de Sousa, à margem de uma visita que realizou ao polo do Porto do Hospital das Forças Armadas.

Segundo o chefe de Estado, estando quase a chegar a meio de 2017, estes dados do Eurostat divulgados esta terça-feira “faz esperar” melhores resultados no final do ano “em matéria de crescimento da economia e do emprego do que aqueles que tinham sido previstos por todos”, designadamente “Governo, Banco de Portugal, instituições europeias e OCDE”.

“Se assim for, é uma alegria para todos”, sustentou.

Portugal teve a segunda maior descida homóloga da taxa de desemprego (2,2 pontos) em março, tendo esta recuado tanto na zona euro quanto no conjunto dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE), divulgou o Eurostat.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, a taxa de desemprego, em março, foi de 9,5% na zona euro, estável face ao mês anterior, mas abaixo dos 10,2% do período homólogo.

Na UE, o indicador fixou-se nos 8,0%, abaixo dos 8,1% de fevereiro e dos 8,7% de março de 2016.

Na comparação homóloga, a taxa de desemprego recuou em 23 Estados-membros, manteve-se estável em França e na Áustria e aumentou na Dinamarca (de 6,0% para 6,2%), na Itália (de 11,5% para 11,7%) e na Lituânia (de 8,0% para 8,1%).

Para Marcelo, o processo da crise “foi muito difícil”, sendo que “o que houve de crescimento económico que se registou no final do anterior governo foi limitado”.

“A dúvida era saber se este Governo confirmava ou não essa tendência e a melhorava. Parece confirmar-se e parece melhorar”, afirmou o Presidente.

De acordo com o Eurostat, no que respeita ao desemprego juvenil, em março este recuou para os 19,4% na zona euro e para 17,2% na UE face, respetivamente, aos 21,3% e aos 19,1% homólogos.

A Alemanha (6,7%) registou o desemprego jovem mais baixo e a Grécia (48,0% em janeiro), a Espanha (40,5%) e a Itália (34,1%) mais elevado.

Em Portugal, a taxa de jovens com menos de 25 anos desempregados era, em março, de 9,8%, abaixo dos 12,0% homólogos e dos 9,9% de fevereiro.

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