"Eu quero uma TVI que se renove e tenha outra capacidade de atração e de chegar aos públicos e ao mercado", explica Nuno Santos, diretor-geral da estação (depois de seis meses com a programação).

"Vamos reformular canais; trazer conteúdos do FTA para o digital e ao contrário, por exemplo vamos estrear a nova novela "Bem me Quer" no digital antes do canal; vamos produzir conteúdos, como séries, telefilmes", conta.

Relativamente à informação, diz que o canal "vai trabalhar as faixas da 13h e 20h, relançando a imagem do jornal e agregando reportagem e investigação.". Também a TVI24 terá "nova estratégia" e a aposta a norte terá o rosto do jornalista João Fernando Ramos, que vem da RTP para a TVI.

Na entrevista ao 'Público', Nuno Santos fala ainda sobre o regresso de Cristina Ferreira à estação de Queluz. "Nós não temos medo da Cristina, pelo contrário", responde quando questionado sobre se a TVI não corre o risco de ser "ultrapassada por uma Oprah Winfrey à portuguesa".

"Nós podemos potenciar a marca que é a Cristina e ela é a alavanca mais importante que temos para tornar a TVI ainda mais relevante", justifica.

O diretor-geral da estação deixa ainda claro que "a TVI não vai ter dois diretores". "A Cristina é diretora das áreas de entretenimento e ficção, tem poder e autonomia de decisão; eu sou o diretor-geral da empresa", explica.

Nuno Santos não desvenda, no entanto, que lugar terá a apresentadora na grelha do canal. "A Cristina vai ter uma presença marcante no ecrã em dois momentos: uma primeira vaga já a partir de setembro e uma segunda em 2021", revela. "O que são estas vagas... falaremos a seu tempo", completa.

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