A empresa, que sublinha em comunicado estar "em contacto permanente" com a Agência Americana de Aviação (FAA), com o Ministério dos Transportes e com a Boeing, explicou ter tomado a decisão "tendo em conta as últimas indicações".

O modelo 737 MAX está proibido de voar em todo o mundo desde 13 de março, na sequência de dois acidentes aéreos que fizeram 346 mortos.

A American Airlines já adiou várias vezes a data para o recomeço da atividade do aparelho e recentemente tinha indicado esperar que a sua reutilização começasse em abril.

Mas, a Boeing continua a fazer correções no modelo e a FAA detetou entretanto um problema no microprocessador de gestão de sistemas de voo.

A agência terá ainda de fixar uma data para um voo de teste, que será determinante para autorizar que o avião volte a ser usado.

A Boeing também decidiu recentemente recomendar aos pilotos destes aparelhos que façam formação em simulador e não apenas num computador, uma opção mais demorada.

Os passageiros que deviam viajar em aviões 737 MAX serão transferidos para outros voos ou podem ser integralmente reembolsados, indicou a American Airlines.

A companhia United Airlines já tinha anunciado no fim de dezembro que anulava todos os voos previstos com este modelo até junho.

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