“Rejeitamos as ameaças cobardes, insolentes e infames” de Trump “contra a soberania sagrada da Venezuela”, escreveu a presidente da Constituinte, Delcy Rodriguez, na rede social de mensagens curtas Twitter.

A Assembleia Constituinte, com 545 membros — todos do partido no poder -, “agirá para acompanhar” o Presidente Maduro “na defesa” do país, adiantou.

A criação desta assembleia, considerada pela oposição como uma tentativa de instaurar uma “ditadura comunista”, aumentou a tensão nas relações entre Caracas e Washington.

“Temos numerosas opções para a Venezuela, incluindo uma possível opção militar se necessário”, disse Trump na sexta-feira, sem mais pormenores.

As palavras foram qualificadas de “ato de loucura” pelo ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, que advertiu que em caso de agressão “todos estarão na primeira linha para defender os interesses e a soberania da bem-amada Venezuela”.

A Venezuela vive a sua pior crise política desde há décadas, com manifestações das quais resultaram 125 mortos e milhares de feridos em quatro meses, mas o Presidente Maduro, cuja saída é exigida pelos manifestantes, tem permanecido surdo face às pressões internacionais.

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