A reunião foi promovida pelas assistentes sociais da maternidade Alfredo da Costa e a notícia foi avançada pelo Observador. Embora por lei a criança deva ficar à guarda do pai, os avós (pais de Sandra, a mãe do bebé) não aceitam o acordo e querem ficar com Lourenço. Só um tribunal pode decidir que a criança não fica com o pai, pelo que os avós, se insistirem na guarda, terão de interpor um processo de regulação do poder paternal e provar que Miguel, o pai, não tem condições para criar o filho.

Ao Observador, o pai de Lourenço disse: "Ainda propus que, quando voltasse a trabalhar, o bebé ficasse com eles durante o dia e depois eu ia buscá-lo. Mas eles disseram que não era a mesma coisa". 

Lourenço nasceu a 7 de junho numa cesariana feita quando a mãe estava há quatro meses em morte cerebral. O  Centro Hospitalar de Lisboa, citado pelo mesmo site, adiantou que a criança "tem uma boa evolução, atendendo à idade gestacional com que nasceu.”

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