“Não podemos estar a injetar dinheiro para premiar acionistas privados que têm estado a destruir verdadeiramente a TAP”, referiu.

Considerando que foi “um enorme erro” privatizar a TAP, Catarina Martins sublinhou que a eventual nacionalização deve ser acompanhada de um programa estratégico , que assegure que a transportadora aérea serve “efetivamente” Portugal, a sua população e a sua economia.

A líder bloquista apelou ao Governo para não atrasar as decisões sobre a TAP, alertando que “enquanto o processo se arrasta, os acionistas privados têm vindo a tomar decisões muito preocupantes”, como despedimento de trabalhadores e a venda de parte da empresa.

“Estamos muito preocupados com o prolongar deste processo. O Governo não pode atrasar decisões, que aliás estão a ser tomadas por toda a Europa, para permitir que continuam a existir companhias bandeira na aviação”, disse ainda.

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