“O meu pensamento também está com a querida Bielorrússia. Sigo ao perto a situação pós-eleitoral do país e venho fazer um pedido para que haja diálogo, que se rejeite a violência e se respeite a justiça e a lei”, afirmou o pontífice na Praça de São Pedro, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

Francisco acrescentou ainda que iria pedir “para todos os bielorrussos a proteção da Nossa Senhora, rainha da paz”, mas também iria rezar pelo “Líbano e por outras situações dramáticas no mundo que causam sofrimento às pessoas”.

Os protestos contra o presidente bielorrusso começaram há uma semana quando foi conhecido que Lukashenko tinha ganho as presidenciais mais de 80% dos votos.

Milhares de pessoas têm saído à rua desde então para denunciar que o processo eleitoral foi fraudulento.

As manifestações nas ruas de 33 cidades resultaram, até ao momento, em dois mortos, quase 300 feridos e cerca de sete mil pessoas detidas.

No final da semana passada, o Governo libertou cerca de mil pessoas e alguns dos detidos disseram ter sido submetidos a torturas quando estavam nos centros de detenção.

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