Em comunicado, hoje publicado por ocasião da apresentação dos resultados anuais, e citado pela agência EFE, a empresa informou que as saídas devem acontecer nos departamentos de "serviços, administração e tecnologia", mas sem revelar os países que serão afetados.

No mesmo documento, a BT reconhece que estes cortes resultam também da necessidade de realizar provisões superiores a 500 milhões de libras (cerca de 590 milhões de euros) para corrigir práticas contabilísticas irregulares com que a sua filial italiana engordou receitas no passado.

Em resposta ao escândalo, a operadora suspendeu uma série de gestores de topo da BT italiana, incluindo o seu conselheiro delegado.

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