A maior redução de trabalhadores aconteceu na CGD, com a saída de 172 pessoas em Portugal.

O banco público continua a levar a cabo o processo de reestruturação, acordado com Bruxelas quando foi recapitalizado e que este ano deverá levar à saída de 570 pessoas (entre pré-reformas, rescisões por mútuo acordo e não renovação de contratos a termo).

O Santander Totta fechou o primeiro semestre com menos 107 trabalhadores, tendo em junho 6.330 funcionários.

Já o Novo Banco fechou o primeiro semestre com menos 76 trabalhadores do que no final de 2018, tendo 4.728 funcionários.

No BPI, saíram até junho 58 pessoas. Assim, os trabalhadores do banco detido pelo espanhol CaixaBank passaram para 4.350.

Por fim, em sentido contrário, no final de junho, o BCP tinha mais 199 empregados em Portugal do que no final de dezembro de 2018, sendo atualmente 7.264.

Ainda no primeiro semestre, o BCP gastou 10 milhões de euros em custos de reestruturação de trabalhadores, apesar de em termos líquidos ter aumentado os funcionários.

Questionado sobre os 10 milhões de euros de custos de reestruturação, o presidente executivo, Miguel Maya, indicou na semana passada que há áreas com pessoas a mais e aí foram negociadas saídas por acordo. Contudo, recusou dizer quantos trabalhadores saíram ao abrigo desse plano de reestruturação.

Acompanhando a tendência de anos anteriores, os bancos continuam a negociar a saída de elevado número de trabalhadores, nomeadamente mais velhos. Por outro lado, estão a contratar trabalhadores jovens para fazerem a transformação digital do negócio, nomeadamente das áreas de matemática, informática e engenharia.

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