O ex-presidente da Catalunha foi detido no norte da Alemanha, proveniente da vizinha Dinamarca, no cumprimento de um mandado europeu de detenção, emitido por Espanha.

Na sexta-feira, o Supremo Tribunal espanhol acusou de delito de rebelião 13 separatistas pela sua participação no processo de independência da Catalunha, entre os quais o ex-presidente do executivo regional Carles Puigdemont.

Já esta tarde, a vice-primeiro-ministro espanhola, Soraya Sáenz de Santamaría, tinha afirmado em Madrid que a detenção do ex-presidente do Governo catalão é uma “boa notícia” porque “ninguém pode indefinitivamente continuar a enganar a justiça”.

Carles Puigdemont é acusado de ter organizado o referendo de autodeterminação de 1 de outubro de 20017 apesar de este ter sido proibido por violar a Constituição espanhola.

A 27 de outubro de 2017, Madrid decidiu intervir na Comunidade Autónoma, através da dissolução do parlamento regional, da destituição do executivo regional e da convocação de eleições regionais que se realizaram a 21 de dezembro último.

O bloco de partidos independentistas manteve uma maioria de deputados no parlamento regional e está a ter dificuldades para formar um novo executivo.

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