“As afirmações da doutora Assunção Cristas revelam que a liderança do CDS não sabe o que é que o país precisa. Quem apenas propõe demissões como alternativa neste processo é porque não sabe o que é preciso empreender e fazer”, sustentou.

A presidente do CDS-PP defendeu sábado à noite que a demissão de dois generais do Exército, na sequência do furto de armas em Tancos, demonstra que já é tempo de o primeiro-ministro “pôr ordem na casa”.

À entrada para a apresentação da recandidatura de Vítor Figueiredo à Câmara de S. Pedro do Sul, Carlos César sublinhou que o mais importante para o PS é que o país seja melhor e progrida.

“Temos pena que o CDS se demita das suas responsabilidades preponentes e fique apenas acantonado numa estratégia destrutiva, mas para nós o que é importante é mobilizar as instituições, o poder local, os agentes socioeconómicos para que o país seja melhor e, no caso concreto dos incidentes de Pedrogão, para que essa reabilitação seja exemplar”, referiu.

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