A falta de fornecimento das principais marcas de cerveja moçambicanas verifica-se há três semanas e deve-se à degradação das estradas, refere um operador logístico, citado pelo diário.

A situação faz com que não haja transportes rodoviários disponíveis para fazer ligações, pelo menos até à capital provincial de Nampula, acrescenta.

Como resultado, a cerveja de milho mais barata do mercado já subiu de 25 para 40 meticais (cerca de 50 cêntimos de euro).

Casas de pasto queixam-se de falta de clientela, sendo Lichinga e os distritos de Sanga e Lago os mais afetados.

Entretanto, a Inspeção das Atividades Económicas, citada pelo jornal, promete estar de olho na “especulação” sobre o preço da cerveja.

A província do Niassa é uma das mais afetadas pela falta de acessos em Moçambique.

No último ano, o Governo reabriu a linha férrea para passageiros e mercadorias até Lichinga, graças a um investimento do Corredor de Desenvolvimento do Norte, investimento privado focado em escoar carvão das minas do interior do país para o porto de Nacala.

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