“Também continuaremos a opor-nos inequivocamente a qualquer ação que ponha em risco a solução de dois Estados, incluindo a expansão dos colonatos, as movimentações para anexar a Cisjordânia, a perturbação do ‘status quo’ histórico dos locais sagrados, as demolições e despejos, e o incitamento à violência”, afirmou o secretário de Estado, numa intervenção junto do grupo americano pró-Israel J Street.

O bloco de direita e os seus aliados ultra-ortodoxos e de extrema-direita obtiveram a maioria nas eleições parlamentares israelitas de 01 de novembro, com 64 lugares em 120, permitindo assim a Benjamin Netanyahu iniciar negociações para formar um governo.

Durante este processo, Netanyahu assinou um acordo de coligação com uma das três formações de extrema-direita, obtendo desta forma uma posição-chave na expansão do colonato na Cisjordânia, território palestiniano ocupado desde 1967 por Israel.

Mais de 475.000 israelitas vivem atualmente em colonatos na Cisjordânia – considerados uma violação do direito internacional — e são cerca de quatro vezes mais do que quando os Acordos de Oslo foram assinados nos anos 1990.

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