As vítimas mais recentes foram registadas numa região montanhosa da província de Sichuan, sudoeste do país, onde oito pessoas morreram e 23 continuam desaparecidas.

No início de agosto, a passagem do tufão Lekima pela costa leste do país deixou 39 mortos, enquanto nove pessoas continuam desaparecidas.

No conjunto, só em julho morreram 154 pessoas, enquanto mais de um milhão e trezentos mil foram realojadas.

As cheias deste ano estão entre as catástrofes naturais mais destrutivas dos últimos anos na China, provocadas por chuvas sazonais e agravadas pela ação humana em áreas montanhosas e sistemas fluviais naturais.

A pior enchente das últimas décadas ocorreu em 1998, quando mais de 3.700 morreram em cheias ao longo dos rios Yangze, Songhua, das Pérolas e Nen.

Os deslizamentos de terra também mataram dezenas de pessoas este ano, com dois mortos e outras sete pessoas desaparecidas, no oeste de Sichuan, onde as comunicações e a energia elétrica foram afetadas.

No início deste mês, 17 funcionários dos transportes ferroviários morreram num deslizamento de terra na província de Sichuan, quando tentavam reparar os carris, danificados por um deslizamento ocorrido anteriormente.

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