No âmbito da campanha, quase 2.600 fugitivos foram extraditados ou repatriados e bens no valor de 8,6 mil milhões de yuan (1,17 mil milhões de euros) foram recuperados, indicou a comissão num comunicado divulgado na sua página na Internet na segunda-feira.

A China tem acordos de extradição com 48 países, incluindo Espanha, Itália e França, que devolveram fugitivos à China em setembro.

Numa conferência de imprensa na segunda-feira, Luo Dongchuan, dirigente da comissão, prometeu que a campanha vai continuar, afirmando que o Governo deve “manter o impulso esmagador contra a corrupção”, de acordo com um comunicado de imprensa divulgado na página do grupo.

Em 2016 o número de casos de corrupção denunciados ao órgão diminuiu pela primeira vez desde 2012, informou outro responsável, Xiao Pei, sem avançar com um número específico.

Segundo Xiao, dos casos de 2016, 57 mil foram confissões dos próprios.

Cerca de 410 mil funcionários, 76 dos quais com nível ministerial ou superior, foram punidos em 2016, de acordo com o jornal oficial China Daily.

O comunicado da Comissão Central para a Inspeção de Disciplina do Partido Comunista seguiu-se a um anúncio de que Pequim vai apertar a fiscalização aos investigadores anticorrupção, depois de mais de 7.900 em todo o país, incluindo 17 da própria comissão, serem punidos por má conduta.

O Presidente chinês, Xi Jinping, lidera a campanha desde que tomou posse em 2012, que alguns já compararam a uma purga política.

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