O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Lu Kang sublinhou que a China estava "fortemente desgostosa" com a menção no comunicado, no qual o G7 afirma "estar preocupado com a situação nos mares da China do sul e oriental", e se opõe a "ações unilaterais que aumentam as tensões".

Lu Kang sublinhou que o G7 e os países da comunidade internacional "devem evitar tomar partido e respeitar completamente os esforços dos países da região para gerir a disputa".

Há décadas que a China disputa a soberania de águas nos seus mares adjacentes, onde se suspeita que há ricas reservas de petróleo e gás, bem como o controlo de arquipélagos desabitados, como as Senkaku/Diaoyu (administradas pelo Japão), as Spratly ou as Paracel.

O porta-voz afirmou que a China está comprometida em resolver estas disputas através de negociações, enquanto mantém a paz e a estabilidade nas águas dos dois mares.

O grupo de parceiros do G7 (Reino Unido, Alemanha, França, Canadá, Itália, Japão e Estados Unidos da América) estiveram reunidos em Taormina, Itália, entre sexta-feira e sábado.

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