O melhor dos portugueses em prova foi Nelson Oliveira, da Movistar, que depois de integrar uma das fugas do dia, a meio da prova, com mais de sete minutos de avanço, acabou por ser 32.º, a 7.03 minutos de Terpstra. Quanto a José Gonçalves (Katusha), foi um dos muitos desistentes na corrida.

A Quick-Step foi claramente a equipa que mais fez por ganhar a prova, colocando a 70 quilómetros da meta, na subida de Taaienberg, dois elementos na frente – Terpstra, já vencedor da Paris-Roubaix, e ainda Yves Lampaert.

Só o holandês continuou o esforço, depois da passagem de Karnemelkbeek, última grande dificuldade, com a Quick-Step a ter uma ‘opção B’ com Gilbert, que vinha no primeiro grupo perseguidor.

Terpstra demorou 5:03.34 horas a concluir a corrida, menos 20 segundos dos que os dez ciclistas que lhe moviam a perseguição, enquanto os restantes ‘sobreviventes’ chegaram em pequenos grupos. Apenas 92 ciclistas concluíram a prova, registando-se 79 desistências.

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