“As concentrações de partículas inaláveis têm atingido valores muito elevados, verificando-se mesmo em alguns dias a ultrapassagem do limite legislado”, alerta a Zero, especificando que a qualidade do ar se apresenta boa em diversas áreas do país.

Desde terça-feira, o tempo frio em Portugal continental associado à ausência de vento ou a vento fraco, em particular durante a noite, tem levado “a picos de poluição” registados em diversas estações de monitorização da qualidade do ar entre o entardecer e as 03:00 - 04:00, afirma a Zero em comunicado.

As zonas centro e norte são as mais afetadas por esta situação, segundo a associação, que recomenda medidas para melhorar a eficiência energética das habitações.

Melhorar o isolamento térmico para evitar perdas de calor, substituir as lareiras abertas por fechadas com recuperação de calor e recorrer à queima de “pellets” (madeira prensada) em salamandras são alguns conselhos da associação.

Segundo a Zero, nas lareiras abertas a eficiência é de apenas 10%, com maior libertação de poluentes para o ar interior, enquanto nas fechadas, equipadas com porta frontal e um sistema de recuperação que permita a transição de calor por convexão natural, a eficiência é superior a 50% e com menores emissões para o interior.

Os ambientalistas recordam ainda que nunca devem ser queimados produtos com plástico, o que agrava “de forma muito significativa” a toxicidade dos gases e partículas emitidas.

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