“Este tipo de comportamento não é aceitável e merece pública censura e repúdio. As sinagogas são templos religiosos, locais de uma enorme centralidade comunitária, e não devem, em nenhuma circunstância, estar associadas a quaisquer movimentos políticos, muito menos de índole fascista”, referiu o organismo, em comunicado da direção enviado à agência Lusa.

Além de expressar “solidariedade incondicional” e apoio para com a Comunidade Judaica do Porto, que apresentou queixa às autoridades na quinta-feira, a Comunidade Israelita de Lisboa apela a uma investigação e punição aos responsáveis pela “atitude xenófoba, preconceituosa, profundamente antidemocrática e atentatória de princípios de respeito, tolerância e sã convivência”.

O mais recente reacendimento do conflito israelo-palestiniano, que dura há várias décadas, provocou a morte a pelo menos 232 palestinianos em Gaza, entre os quais 64 menores, e 1.620 feridos.

Em Israel, as autoridades contabilizaram a morte de 12 pessoas, entre as quais dois menores, e 340 feridos.

O cessar-fogo anunciando primeiro por Israel e depois pelo movimento islâmico palestiniano Hamas, no poder na Faixa de Gaza, entrou em vigor às 02:00 locais (meia-noite em Lisboa).

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