“Face à situação grave de uma epidemia que se acelera […] é necessário reforçar a direção centralizada e unificada do comité central do partido”, disse Xi, que presidiu hoje a uma reunião do politburo, o órgão de sete membros que dirige o país, consagrada à emergência de saúde provocada pelo coronavírus.

O vírus já matou 41 pessoas na China e infetou mais de 1.300 em vários países.

“A China pode vencer a batalha”, assegurou o Presidente.

O novo tipo de coronavírus surgiu no mês passado na cidade de Wuhan (centro) e propagou-se a outras cidades e países.

Além do território chinês, foram confirmados casos em Macau, Tailândia, Taiwan, Hong Kong, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Malásia, França e Austrália.

Ao longo dos últimos dias, as autoridades chinesas proibiram as entradas e saídas de Wuhan e várias cidades na região, afetando mais de 50 milhões de chineses, e, hoje, decretaram que apenas veículos de emergência podem circular na cidade onde teve origem o surto.

Também em Wuhan começou a ser construído um novo hospital, com capacidade para 1.300 pacientes, que estará concluído em duas semanas, e foi anunciado o envio de equipas de médicos militares especialistas para a província de Hubei, onde se localiza Wuhan.

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