Segundo o sindicato, em carta aberta hoje divulgada, desde o início da crise da covid-19, os trabalhadores assumiram “a sua função, arregaçaram as mangas e demonstraram enorme profissionalismo”, mantendo-se a trabalhar para salvaguardar a chegada de bens essenciais à população, mesmo expostos ao risco, sobretudo antes da chegada a todos dos equipamentos de proteção individual.

“Entende o CESP que é chegado o momento de toda esta dedicação dos trabalhadores ser valorizada e reconhecida por empresas e clientes, decidindo encerrar todas as superfícies comerciais no 1.º de Maio”, lê-se na carta aberta enviada a empresas de distribuição, supermercados, hipermercados e cadeias especializadas.

Para o sindicato (afeto à CGTP), o encerramento desses espaços comerciais no Dia do Trabalhador seria um “sinal de reconhecimento” aos trabalhadores “por se terem aguentado na linha da frente”.

O CESP lembra que não pode fazer pré-aviso de greve para este dia devido ao direito à greve estar suspenso nos setores essenciais durante o estado de emergência.

“Milhares de trabalhadores estão confrontados com a impossibilidade de emissão de pré-aviso de greve, o que sentem como uma afronta às suas liberdades individuais e coletivas, incorrendo na obrigação de trabalhar no 1.º de Maio”, considera.

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