A mesma fonte, em declarações à agência Lusa, adiantou que, além destas, se encontram mais três pessoas a aguardar pelo resultado do teste, para saber se estarão em condições de ser retiradas.

Segundo explicou a fonte do Conselho Português para os Refugiados (CPR), este grupo retirado da Base Aérea da Ota, será dividido em três grupos, “consoante a fase em que se encontram os seus pedidos de asilo”.

Assim, pelo menos 10 pessoas, cujo processo de admissibilidade está a decorrer, ficarão sob a responsabilidade do Conselho Português para os Refugiados (CPR) e serão realojadas num local, já escolhido, na cidade de Lisboa.

Já duas pessoas, que têm o processo concluído, ficarão sob responsabilidade da Segurança Social enquanto as restantes 40, que recorreram de uma decisão de admissibilidade negativa, vão ficar sob alçada da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Segundo o CPR, “deverão ser realizados mais testes nos próximos dias, esperando-se que as pessoas continuem a sair à medida que forem testando negativo”.

Em 20 de abril, foram colocados em quarentena na Base Aérea da Ota 171 cidadãos estrangeiros requerentes de asilo que estavam hospedados num ‘hostel’ em Lisboa, por a grande maioria ter testado positivo à presença do novo coronavírus (SARS-CoV-2).

Portugal regista hoje 1.184 mortes relacionadas com a covid-19, mais nove do que na quarta-feira, e 28.319 infetados, mais 187, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde.

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