De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infetados subiu para 522.104, mais 14.018 nas últimas 24 horas, enquanto o número de recuperados é hoje de 254.361, mais 9.293.

A África Austral regista o maior número de casos (233.016) e contabiliza 3.724 mortos, a grande maioria concentrada na África do Sul, o país com mais mortos e mais infetados em todo o continente, com 224.665 casos e 3.602 vítimas mortais.

O Norte de África lidera no número de mortes (4.994), tendo 117.381 infeções.

A África Ocidental conta 1.492 mortos em 89.941 infetados, a África Oriental regista 1.186 vítimas mortais e 42.817 casos, enquanto na África Central há 810 mortos em 38.949 infeções.

Depois da África do Sul, o Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, contabilizando hoje 3.564 mortos em 78.304 casos de infeção, seguindo-se a Argélia, com 968 vítimas mortais e 16.879 infetados.

Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 684 mortos, tendo apssado hoje os 30 mil casos (30.249), e o Sudão, com 636 mortes, que passou hoje a barreira dos 10 mil casos (10.084) .

Entre os países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infeções e mortes, com 1.790 casos e 25 vítimas mortais.

Cabo Verde tem 1.542 infeções e 18 mortos, enquanto Moçambique conta 1.071 infetados e oito mortos.

São Tomé e Príncipe contabiliza 724 casos e 13 mortos e Angola tem 396 casos confirmados de covid-19 e 22 mortos.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há vários dias 3.071 casos e 51 mortos, segundo o África CDC.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 545 mil mortos e infetou mais de 11,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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