A informação surge após o encerramento temporário desse equipamento durante cerca de mês, enquanto o único técnico capaz de operar o forno crematório esteve a usufruir do respetivo período de férias. Isso obrigou a autarquia a encaminhar para o Porto os corpos que, em condições normais, seriam incinerados em São João da Madeira.

Questionada pela Lusa, a Câmara Municipal disse que o crematório local já retomou a sua atividade e que está a decorrer o concurso público para contratação de um técnico que substitua o funcionário aposentado no final de dezembro de 2018.

"Mas há dificuldades em encontrar recursos humanos para realizar este trabalho", admitiu fonte oficial da autarquia, lamentando os incómodos que a quebra no ritmo normal de funcionamento do crematório causou às famílias locais.

Quanto ao número de cremações encaminhadas para outros locais, esse é um dado que os serviços camarários não dispõem, porque “as cremações são tratadas diretamente pelas agências funerárias”, referiu a autarquia.

O concurso para contratação de um funcionário que esteja apto a operar o forno crematório local ou disposto a receber formação para o efeito continua a decorrer.

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