“Recordo-me bem do tempo em que era responsável pelo Ambiente Assunção Cristas, em que as administrações das regiões hidrográficas foram extintas e todo o sistema de alerta e de medição dos caudais dos rios ficou completamente inoperacional. Nós recuperamos tudo isso e, por isso, reagimos tão bem ao que aconteceu no último fim de semana”, afirmou aos jornalistas.

Matos Fernandes, que falava em Ílhavo, após a apresentação de várias intervenções no litoral, no âmbito do PO SEUR, disse não ter dúvidas de que, “se não tivesse havido uma ação muito concertada de todos, para perceber a cada momento quais eram os caudais que estavam em cada troço do rio, as cheias tinham sido muito piores”.

Segundo explicou, “se não houve cheias, não foi porque a água deixou de cair, mas porque foram negociados com Espanha os caudais, porque foi possível perceber o que ia acontecer no Tâmega, com essas estações [de medição] que já existiram e hoje existem outra vez”.

“Estamos a fazer muito melhor do que aqueles que já tentaram provar nesta pasta e não fizeram bem, e vêm agora anunciar desígnios futuros. A água não vai ser, já é hoje um desígnio nacional de uma importância enorme”, concluiu.

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