Ao SAPO24, o vigário-geral da Diocese de Leiria-Fátima, padre Jorge Guarda, refere que o Bispo de Leiria-Fátima "já saiu do hospital e continua a fazer tratamento em casa".

"Está bem, está animado e bem-disposto. Está a sentir-se melhor. Está na casa episcopal e diz que só isso já parece outra coisa", conta o vigário-geral, adiantando que o internamento se deveu a "uma infecção". Contudo, escusou-se a dar informações quanto à situação clínica em concreto.

"Está efetivamente a melhorar. A doença está sob controlo e agora é preciso tempo e antibiótico para completar a cura. Está tudo controlado, devidamente identificado, e é preciso o tempo adequado para que a medicação possa produzir o seu efeito", explicou, rematando que a situação clínica nada teve a ver com a covid-19.

D. António Marto esteve internado no Hospital de Santo André, em Leiria, desde dia 4 de novembro. O Cardeal, de 73 anos, deu entrada no hospital com febre, pelo que foi testado à covid-19, sempre com resultados negativos.

Em nota publicada esta tarde pela Diocese, pode ler-se que "os necessários tratamentos para a sua recuperação completa continuam a ser ministrados nas sua residência, pelo que se encontra em regime de internamento domiciliário. Por esta razão, e por ordem da equipa médica, não poderá receber visitas".

O Cardeal deixou ainda uma mensagem "a todos os que, de uma forma ou de outra, quiseram manifestar a sua solidariedade" durante o tempo de internamento.

"Depois de regressado a casa, quero manifestar o meu agradecimento a todas as pessoas, irmãos bispos, sacerdotes, religiosas e religiosos, leigos da Diocese, de todo o país e até mesmo de outras partes do mundo, que quiseram fazer sentir a sua proximidade e o seu afecto neste momento de doença. Também quero estender a minha gratidão às centenas de pessoas amigas que me fizeram chegar as suas mensagens através dos canais digitais e que fui acompanhando com emoção", pode ler-se.

"Vivi este tempo sempre com fé e esperança, oferecendo a Deus esta provação pela Igreja e pela paz no mundo. Senti-me sempre rodeado de pessoas e comunidades fraternalmente unidas em oração que, dessa forma, me inspiraram ânimo e força. Agradeço de modo particular à equipa médica que foi incansável na sua dedicação para fazer o diagnóstico e o consequente tratamento. Este agradecimento é extensivo a todo o pessoal de enfermagem e auxiliares pelo carinho com que me trataram. A todos lembro na minha oração", rematou.

(Notícia atualizada às 18h23)

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