Em comunicado, a PJ adianta que durante a operação “Embargo final”, realizada através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção e no âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público (Departamento de Investigação e Ação Penal de Loures), foram realizadas 18 buscas domiciliárias e 32 buscas não domiciliárias.

Segundo a TVI24, as buscas foram feitas na Câmara Municipal de Loures, no distrito de Lisboa, liderada pelo comunista Bernardino Soares.

Na nota, a PJ indica que “na investigação em curso foram já recolhidos importantes elementos de prova que indiciam fortemente a existência de contrapartidas monetárias para o não exercício das funções profissionais” que estavam atribuídas a suspeitos.

Os detidos têm entre 44 e 64 anos e nas buscas participaram 84 efetivos da polícia.

Ainda segundo a TVI24, em causa estão suspeitas de subornos a fiscais da autarquia e a outros funcionários camarários responsáveis pela vistoria e pelo licenciamento de obras de construção civil no concelho, em troca de contrapartidas financeiras.

A estação de televisão diz ainda que as detenções e buscas visaram não só funcionários da autarquia, mas também empresários da construção civil, estes últimos suspeitos de corrupção ativa.

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