Segundo o relatório disponível no SGMAI, 2.802 eleitores que estão presos ou internados exerceram antecipadamente o direito de voto nas eleições para a Assembleia da República.

Do total, 2.663 correspondem a presos e os restantes 139 a doentes internados, especifica o documento consultado hoje pela Lusa.

Apesar de o mecanismo para votar antecipadamente apenas ter sido disponibilizado à população em geral nas eleições europeias de 26 de maio, os presos e os doentes internados já podiam votar antecipadamente.

Neste caso, o pedido de voto antecipado tinha de ser feito ao presidente da câmara até 16 de setembro, e o período para votar decorreu entre 22 e 25 de setembro.

Entre a segunda-feira passada e o dia de hoje, os presidentes das autarquias deslocaram-se aos estabelecimentos hospitalares/prisionais do seu concelho e recolheram os votos.

Em relação às últimas eleições legislativas, em 2015, houve mais 2.038 eleitores nestas condições a votar – 1.988 presos e 50 doentes internados -, correspondendo a um aumento de cerca de 27%.

As legislativas para eleger os 230 deputados ao parlamento estão marcadas para 06 de outubro.

Concorrem a esta eleição, a 16.º em democracia, um número recorde de forças políticas – 20 partidos e uma coligação.

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