O protesto iniciou-se pelas 11:00 e teve como principal motivo “a não concretização do descongelamento das progressões” de carreiras, que “já é devida desde 2018”, disse à Lusa a dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) Zoraima Cruz Prado.

“Temos colegas que não tiveram qualquer atribuição de pontos e, por outro lado, temos colegas até 25 anos de trabalho que, como não lhes contam o tempo todo que deveriam contabilizar, permanecem na primeira posição da tabela, ou seja, iam ganhar exatamente a mesma coisa”, explicou.

Segundo a responsável, o SEP reuniu-se recentemente com a administração do Hospital Garcia de Orta, que ficou de “rever a atribuição de pontos”, mas até ao momento “não aconteceu”.

Na visão de Zoraima Cruz Prado, o movimento “correu bastante bem”, com uma adesão de cerca de 20 profissionais, que representaram os enfermeiros da instituição e que “cumpriram o distanciamento social”, devido à pandemia da covid-19.

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