"Um ato de violência sem precedentes que não tem lugar na Nova Zelândia", segundo Arden, que afirmou não poder precisar o número de vítimas mortais, mas que confirmou que a polícia tem uma pessoa sob custódia relacionada com os incidentes que se desenrolaram "em diversos locais".

Numa conferência de imprensa, a primeira-ministra disse que muitas pessoas afetadas podem ser migrantes ou refugiadas "que escolheram fazer da Nova Zelândia a sua casa".

"Esta é a sua casa. Elas são nós. A pessoa que perpetuou essa violência contra nós não é", frisou.

A polícia neozelandesa aconselhou as pessoas a não se deslocarem a qualquer mesquita no país e para permanecerem dentro de suas casas.

O jornal New Zeland Herald noticiou que um dos atiradores transmitiu em direto durante 17 minutos o momento em que disparou sobre as pessoas que se encontravam no interior de uma das mesquitas.

Os 'media' locais noticiavam que ainda se encontrava um atirador ativo e que uma bomba tinha sido descoberta no interior de um carro, em Strickland Street, numa rua localizada a cerca de três quilómetros da mesquita de Al Noor.

Os episódios, com início às 13:40 (00:40 em Lisboa), aconteceram nas mesquitas de Al Noor, em Hagley Park, e de Linwood Masjid, existindo informações de vários atiradores, noticiou o jornal New Zeland Herald, num momento em que as forças policiais citadas pelo jornal The Guardian informaram que há uma bomba num carro em Strickland Street, numa rua localizada a cerca de três quilómetros da mesquita de Al Noor.

A equipa de críquete do Bangladesh que está em Christchurch para defrontar a Nova Zelândia encontrava-se na mesquita de Hagley Park para a oração diária quando o tiroteio começou, mas conseguiu abandonar o local sem que qualquer dos jogadores tenha sido atingido pelos disparos.

Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia e a terceira maior cidade do país com cerca de 376.700 habitantes, localizada na costa leste da Ilha Sul ao norte da Península de Banks. É a capital da região de Canterbury.

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