De acordo com um artigo do Diário de Notícias, Marcelo quer ser um "árbitro" nesta matéria, deixando que seja a Assembleia da República a discutir o assunto.

Como declarou no discurso da vitória, Marcelo quer ser "o presidente de todos os portugueses" e, por isso mesmo, não será uma opção envolver-se numa questão fraturante como a eutanásia.

O Bloco de Esquerda (BE) quer legalizar a morte assistida e vai avançar com uma iniciativa legislativa nesse sentido.

O movimento "Direito a morrer com dignidade" apresentou, no sábado passado, um manifesto a defender a eutanásia, um tema sobre o qual o presidente da Associação Portuguesa de Bioética defende um referendo.

O BE já manifestou ser contra o referendo, pela voz do deputado José Manuel Pureza, que afirmou que "os direitos fundamentais não se devem referendar".

PS e PSD também já deram pistas que não vão defender a iniciativa de uma consulta popular sobre este tema.

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