As mesmas fontes acrescentaram que os distúrbios registados na zona, junto à fronteira com a Colômbia, contribuíram para cancelar a realização do espetáculo, patrocinado pelo governo de Nicolás Maduro e que visava protestar contra a alegada ingerência estrangeira na Venezuela.

Os organizadores acrescentaram à agência noticiosa espanhola EFE que para hoje esperavam uma maior assistência que no concerto de sexta-feira, e que dos 40 artistas previstos apenas se apresentaram menos de 10.

Uma das fontes assegurou que o concerto foi cancelado devido aos distúrbios que ocorreram em San Antonio e Ureña, municípios do Estado de Táchira, próximos do local onde continua instalada uma plataforma na ponte de Tienditas.

Em Ureña e San Antonio registaram-se confrontos entre manifestantes e efetivos da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), com os populares a tentarem viabilizar a entrada no país da ajuda humanitária.

O regime de Nicolás Maduro anunciou esta semana que realizaria dois concertos musicais junto à fronteira com a Colômbia, a centenas de metros de Cúcuta, onde se concentrou a ajuda humanitária internacional, em resposta ao que foi organizado pelo bilionário Richard Branson e que decorreu sexta-feira justamente em Cúcuta.

Contudo, o concerto pró-regime, que supostamente se deveria repartir por dois dias dada a grande quantidade de artistas dispostos a a cantar a favor do Governo de Nicolás Maduro, não contou com a adesão esperada, nem de artistas nem de público.

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