As aves, 28 espécies cinegéticas e 17 autóctones, encontravam-se numa casa devoluta e sem autorização do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, tendo sido apreendidas por não ser permitida a sua posse em cativeiro, refere uma nota da GNR.

Fonte da GNR de Pombal disse à Lusa que os militares foram ao local após uma denúncia e confirmaram que um homem tinha as 45 aves em cativeiro, para usufruto próprio.

Entre as aves cinegéticas, apreendidas ao abrigo da Lei da Caça, encontravam-se espécies como o melro-preto (“Turdus merula”), o pombo-bravo (“Columba oenas”), o gaio-comum (“Garrulus glandarius”), a pega-rabuda (“Pica pica”), o pato-real (“Anasplatyrhynchos”) e a rola-comum (“Streptopelia turtur”).

As aves autóctones foram apreendidas ao abrigo da Convenção de Berna, que tem como objetivo a conservação da fauna e da flora selvagens.

Entre elas encontravam-se espécies como o pintassilgo (“Carduelis carduelis”), o chamariz (“Serinus serinus”), a águia-d’asa-redonda (“Buteo buteo”), o pica-pau-malhado-grande (“Dendrocopos major”), o corvo (“Corvus Corax”), o estorninho-preto (“Sturnus unicolor”) e o bico-de-lacre (“Estrilda astrild”).

A GNR identificou o homem, de 57 anos, e elaborou dois autos de notícia por posse de espécies de aves protegidas, tendo as mesmas ficado à sua responsabilidade.

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