"Para a semana vamos dar, de certeza, mais de 500 mil primeiras doses. Vamos fazer um grande avanço no processo de vacinação, fruto do reforço que o Ministério da Saúde conseguiu fazer, negociando com a Polónia", afirmou esta quinta-feira o coordenador da Task Force de vacinação, explicando que este avanço se deve a uma nova entrega de vacinas da Pfizer — espera-se uma entrega de 300 mil vacinas na segunda-feira, seguindo-se mais 300 mil na semana seguinte, além das que estavam planeadas.

"Estamos a preparar-nos para quatro semanas intensivas de vacinação — as próximas três e a primeira de setembro", explicou ainda o responsável, que se encontra a visitar aos centros de vacinação do Algarve.

"É todo este esforço que nos vai permitir o impulso final para vencermos de uma vez por todas este vírus".

O coordenador da Task Force de vacinação referiu ainda que cerca de 70 mil jovens entre os 16 e 17 anos já procederam ao autoagendamento e explicou que "se o processo não ficar concluído faremos agendamento através das nossas bases de dados, chamando as pessoas que faltam e vamos encontrar outras metodologias. Queremos é vacinar os jovens e dar-lhes a oportunidade de serem vacinados", rematou.

"Peço aos pais e aos jovens que se agendem até sexta-feira à noite para irem ao processo de vacinação", no fim de semana de 14 e 15 de agosto. Gouveia e Melo reiterou que recorrerão a bases de dados para convocar os restantes para esse fim de semana. De acordo com vice-almirante, o universo total previsto será de 200 mil jovens, tendo havido 70 mil inscritos, mas sublinha que o autoagendamento "abriu há um dia e meio e ainda há tempo".

O coordenador da Task Force deixou ainda uma analogia sobre o processo de vacinação: "O vírus, se tiver água para nadar, vai nadar nessa água e vai infetá-la, portanto, toda a água que eu conseguir tirar da piscina para o vírus, é um combate importante", sublinhando também que o país se encontra "a menos de um ponto percentual" de 70% da população vacinada.

Sobre a visita, o vice-almirante justifica a necessidade de visitar os centros de vacinação: "Nós, que estamos no topo da decisão, às vezes perdemos contacto com a realidade e vir ao terreno e falar com as pessoas é importante para todos (...). Tenho de me levantar da minha cadeira, do meu posto de comando e vir falar com a minha tropa, que esta é a minha tropa agora. E é um prazer".

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