A reunião tem lugar depois de um encontro realizado a 01 e 02 de setembro, também na República Dominicana, no qual participaram os ministros dos Negócios Estrangeiros do México e Chile, Bolívia, Nicarágua e São Vicente e Granadinas.

O Governo venezuelano espera chegar a um acordo que permita acabar com a alegada “guerra económica no país” e leve à suspensão das sanções que os Estados Unidos e a Europa aplicaram contra altos funcionários de Caracas, enquanto a oposição vai insistir em conseguir garantias para a apresentação de candidatos às próximas eleições presidenciais, previstas para 2018.

O regime espera ainda debater a soberania venezuelana e a alegada ingerência estrangeira em assuntos políticos e económicos venezuelanos. Em cima da mesa vai estar também a criação de uma comissão de justiça e verdade sobre a violência no país.

Esta comissão seria convocada pela Assembleia Constituinte, que a oposição considera ilegal.

O Governo pretende ainda que a Assembleia Nacional (parlamento, onde a oposição detém a maioria), aceite várias sentenças do Supremo Tribunal de Justiça, enquanto que a oposição insiste que a assembleia foi legitimamente eleita e deve ser reconhecida como tal pelo regime.

A oposição espera chegar a um acordo que permita libertar os presos políticos venezuelanos e que o Governo aceda à abertura de um canal humanitário para a entrada de alimentos e medicamentos no país.

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