O objetivo do inquérito promovido pela associação foi avaliar a aplicação deste programa, homologado em 2014.

“Dos 562 professores que responderam, 356 lecionaram o 10.º ano em 2015 – 2016 e destes 88% não concluíram a lecionação do programa nesse ano”, afirma a APM em comunicado.

A associação tem defendido que este programa é “extenso, incompatível com a carga horária atribuída e com um nível de abstração e formalização acima de qualquer outro programa internacional”.

A APM justifica que esta análise resultou das comparações que fez com programas usados nos EUA, França, Inglaterra e Singapura para o mesmo nível de ensino.

A associação entende que o programa é também incompatível com o que está definido no documento para o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória.

Para a APM, trata-se de uma questão grave, que urge resolução imediata.

O questionário esteve disponível ‘online’ entre 22 de maio e 23 de junho, recolhendo respostas de todos os distritos do continente e das regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

“Cabe ao Ministério da Educação o apuramento urgente da situação em todas as escolas”, insta a associação, considerando indispensável que até 31 de julho sejam divulgadas as informações relativas ao exame de Matemática A a realizar no próximo ano letivo.

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