De acordo com fonte oficial da DGPC, em declarações à agência Lusa, hoje encerraram seis dos 25 equipamentos tutelados por aquele organismo: Casa Museu Anastácio Gonçalves, Museu Nacional de Etnologia e Torre de Belém, em Lisboa, Convento de Cristo, em Tomar, Museu Nacional de Grão Vasco, em Viseu, e o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo – Museu de Évora.

Além disso, “encerrou parcialmente o Museu Nacional de Machado de Castro”, em Coimbra.

A percentagem de adesão à greve, do total de 875 trabalhadores do universo da DGPC, “situou-se nos 14,6%”.

A greve nacional de hoje da função pública é a primeira desde que o atual Governo liderado por António Costa tomou posse, em outubro, e acontece a menos de uma semana da votação final global da proposta de Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), marcada para 06 de fevereiro.

Os sindicatos, da CGTP e da UGT, contestam a proposta de 0,3% de aumentos salariais para este ano, apresentada pelo Governo, que consideram “ofensiva” após dez anos de congelamento, e a forma como o processo negocial decorreu.

O Governo voltou a chamar as organizações sindicais para uma reunião dia 10 de fevereiro, quatro dias após a votação final global do OE2020.

Além de aumentos salariais “dignos”, as estruturas sindicais reclamam a correção da Tabela Remuneratória Única, a revisão do sistema de avaliação de desempenho e o alargamento da ADSE aos trabalhadores em regime de contrato individual de trabalho do Estado aos trabalhadores precários que foram regularizados.

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