Numa mensagem publicada na página oficial do Facebook, a ASPE deixou a Carlos Ramalho “uma palavra de apoio pela coragem e determinação”.

A ASPE e o Sindepor foram os dois sindicatos que convocaram a greve dos enfermeiros em blocos operatórios, tendo a ASPE decidido na terça-feira suspender a paralisação, ao contrário do que fez o Sindepor.

A suspensão por parte da ASPE ocorreu depois da homologação do parecer do conselho consultivo da Procuradoria-geral da República (PGR) que considerou a greve ilícita e levou o Ministério da Saúde a dar instruções aos hospitais para marcarem faltas injustificadas aos grevistas a partir de hoje.

O presidente do Sindepor, Carlos Ramalho, decidiu iniciar hoje uma greve de fome em “nome dos direitos dos trabalhadores e da dignidade desta profissão”.

Hoje, depois de ter chegado pelas 12:30 junto ao Palácio de Belém, Carlos Ramalho remeteu para o Governo a responsabilidade de decidir quando terminará a greve de fome, chamando os enfermeiros para negociações.

“Não sei quando vai parar, essa decisão depende do Governo. Se quer ver os enfermeiros morrerem de fome ou se quer negociar, como pretendemos”, declarou aos jornalistas.

Carlos Ramalho explicou ainda que pretende continuar a cumprir a greve de fome junto à residência oficial do Presidente da República, ali permanecendo até que haja um retomar das negociações.

O presidente do Sindepor entende considera que o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deve ter uma palavra a dizer sobre a luta “justa e digna” dos enfermeiros.

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