Em causa está uma empreitada de requalificação que teve início em junho de 2017 e foi interrompida no primeiro trimestre de 2018, após o que a administração do Centro Hospitalar do Entre Douro e Vouga (CHEDV) descreveu como "sucessivos incumprimentos de prazos" por parte do construtor e “uma grande dificuldade em respeitá-los".

No segundo trimestre de 2018 arrancou novo concurso público e, segundo revelou hoje à Lusa o presidente do conselho de administração do CHEDV, Miguel Paiva, as obras no Hospital de São João da Madeira arrancaram na segunda semana de outubro e vão agora ajustar-se à "nova realidade" do seu Serviço de Urgência Básica (SUB), aí retomado a 01 de janeiro de 2017.

"Como a Urgência registou uma procura superior à que antecipávamos, decidimos rever as necessidades do hospital a esse nível, o que passa por afetar mais espaço a esse serviço", explicou Miguel Paiva.

Esse ajuste resulta do facto de que, desde 01 de janeiro de 2017, o SUB de São João da Madeira "teve um volume de procura 30% superior ao existente na anterior Consulta Aberta do hospital".

A nova empreitada está entregue à empresa ERI - Engenharia S.A. e custará 300.000 euros, totalmente suportados por fundos próprios do CHEDV.

"É uma obra totalmente diferente da primeira e, embora complementando a anterior para concluir o que então ficou por fazer, vai também requalificar áreas adicionais do hospital afetadas pela procura registada na nova Urgência", acrescentou o administrador da unidade.

O prazo de execução da nova empreitada é agora de 115 dias, pelo que a intervenção deverá dar-se por concluída no final de janeiro de 2019.

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