Pelas 16:15, ao chegar ao local, a agência Lusa constatou várias viaturas a abandonarem rapidamente a praia fluvial e a fazer sinal de luzes e a buzinar para que os carros que seguiam em sentido contrário, fizessem inversão de marcha.

Em declarações à Lusa, o responsável pelo espaço de lazer que existe na praia fluvial de Cardigos, Armindo Dias, contou que durante a manhã a praia foi frequentada por “cerca de 1.300” pessoas.

Armindo Dias estava à espera de um carro de bombeiros que tardava a chegar, tendo afirmado que se essa viatura não chegasse nos próximos minutos, ele próprio teria de abandonar o local devido à proximidade das chamas.

No centro da freguesia de Cardigos, as pessoas mostravam-se preocupadas com o aproximar das chamas.

Cerca das 16:30, Jorge Fernandes Dias, residente em Chaveira, localidade situada a cerca quatro quilómetros de Cardigos, assumia estar “preocupado”, uma vez que não sabia se poderia regressar à sua casa.

Pelas 16:50, chegaram viaturas de bombeiros a Cardigos, freguesia que está tomada pelo fumo negro, enquanto a população se concentra no centro da localidade.

No local são visíveis dois focos de incêndio.

O incêndio que mobiliza mais meios é o que deflagrou ao início da tarde de sábado no concelho de Vila de Rei (Castelo Branco) e depois passou para Mação (Santarém), estando as chamas a ser combatidas por 829 operacionais, apoiados por 249 viaturas e 15 meios aéreos.

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