“Devemos somar esforços em busca da reforma das organizações internacionais, como o Banco Mundial, o FMI e o sistema das Nações Unidas, em especial o seu Conselho de Segurança. O peso crescente das economias emergentes e em desenvolvimento deve ter a devida e merecida representação”, afirmou o Presidente brasileiro, na 14.ª Cimeira do BRICS, organizada pela China.

Jair Bolsonaro também afirmou que para o Brasil, o BRICS é um modelo de cooperação baseado em ganhos para todas as partes envolvidas e a comunidade internacional como um todo.

“Por essa razão, devemos eleger as prioridades com responsabilidade e transparência. O BRICS, além de representar um fator de estabilidade e prosperidade no cenário internacional, deve contribuir para a geração de emprego e renda e para o bem-estar de nossas populações”, frisou.

O Presidente brasileiro elogiou e lembrou encontros que manteve com os líderes do bloco na teleconferência que também contou com os chefes de Estado chinês, Xi Jinping, sul-africano, Cyril Ramaphosa, russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

O bloco BRICS ganhou expressão, pela primeira vez, em 2001, quando o economista Jim O’Neill, da Goldman Sachs, publicou um estudo intitulado “Building Better Global Economic BRIC”, sobre as grandes economias emergentes.

O grupo reuniu-se pela primeira vez em 2009 e logo estabeleceu uma agenda focada na reforma da ordem internacional, visando maior protagonismo dos países emergentes em organizações como as Nações Unidas, o Banco Mundial ou o Fundo Monetário Internacional. O bloco passou a incluir a África do Sul no ano seguinte.

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