Jerónimo de Sousa respondia a perguntas dos jornalistas à margem de um encontro com a Companhia de Teatro dos Aloés, no espaço cultural Recreios da Amadora, sobre o problema da falta de financiamento das artes e do setor cultural.

"De uma forma sintética, poderia dizer que nem sempre a quantidade significa qualidade, mas são as práticas concretas, os posicionamentos do Governo, em relação às políticas a realizar, que vão ser o teste. Ser muitos ou ser poucos [membros] não significa que isso determine a evolução do Governo. De qualquer forma, consideramos que este número, nos tempos que correm, oxalá, significasse qualidade, mas eu, pessoalmente, tenho muitas dúvidas", disse.

O futuro executivo, novamente liderado pelo socialista António Costa, será o que tem o maior número de governantes desde 1976: 70 no total, entre primeiro-ministro, 19 ministros e 50 secretários de Estado.

"Até este momento, não tenho conhecimento. A conferência de líderes e a Assembleia da República estão envolvidas nos problemas da nova composição, distribuição de tempos e de lugares. Ainda não há uma clarificação. No plano da proposta de Orçamento do Estado [para 2020] ainda não temos qualquer novidade", adiantou ainda o líder do PCP, questionado sobre se já tinha havido mais contactos com o PS ou o primeiro-ministro indigitado desde a reunião de 9 de outubro na sede comunista.

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