As dúvidas sobre o destino dado à estrutura que serviu de palco ao Papa Francisco durante as cerimónias da JMJ no Parque Tejo Trancão, em 5 e 6 de agosto, foram levantadas em publicações recentes nas redes sociais.

Em algumas publicações, pode ver-se uma fotografia em que só é visível a base e a cobertura do palco, sugerindo-se que a estrutura “desapareceu”.

“O palco que custou quatro milhões desapareceu. Ficou a cobertura, que custou um milhão e meio, mas o Moedas [presidente da Câmara Municipal de Lisboa] disse que ia ser um equipamento essencial para a cidade no futuro”, pode ler-se numa das publicações.

Contactada pela agência Lusa, fonte da Câmara Municipal de Lisboa assegura que a retirada da estrutura do palco “sempre esteve prevista” e que o valor final da empreitada “já contemplava essa intervenção”.

“O valor final do altar-palco do Parque-Tejo foi de 2,9 milhões de euros. A estrutura do palco foi retirada, como previsto, e é um custo que está incluído no valor final da empreitada”, é referido no esclarecimento da autarquia, que ressalva que as estruturas ficarão guardadas e ao serviço da Câmara de Lisboa “para utilizações futuras”.

Na nota é ainda acrescentado que tudo o que “estava relacionado com estruturas metálicas e andaimes, que tinham sido alugados, foram devolvidos”.

“A base do palco e a cobertura manter-se-ão, como previsto, bem como todas as infraestruturas que ali foram instaladas por causa da JMJ e que se irão manter: energia, saneamento, água potável, rega com água, entre outras que permitirão a realização de qualquer tipo de eventos nesta zona”, indica o município.

O palco-altar no Parque Tejo esteve envolvido numa polémica sobre o seu custo, que resultou, em fevereiro, na redução do valor de 4,2 milhões de euros para 2,9 milhões - assegurados pela Câmara de Lisboa.

A JMJ de Lisboa, que se realizou entre 1 e 6 de agosto, juntou cerca de 1,5 milhões de jovens no Parque Tejo (Lisboa) para uma missa e uma vigília, com a presença do Papa Francisco.

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