Rita Perez falava na comissão parlamentar da Saúde, onde está a decorrer uma audição sobre o surto de ‘legionella’ no HSFX, tendo assumido que na base deste problema esteve “um acidente adverso imprevisto”.

“Houve um acidente adverso imprevisto, senão não existia infeção”, disse a administradora, médica de formação.

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Segundo Rita Perez, no seguimento deste surto foi criado um local específico no hospital onde foram rastreados os trabalhadores com sintomas da pneumonia. Por esse local passaram 170 funcionários, dos quais dois revelaram-se infetados com a bactéria.

“Ninguém poderá lamentar mais do que o hospital a morte e doença dos nossos doentes e a infeção de dois trabalhadores, entre os mais de 1.000 que trabalham diariamente” nesta instituição, afirmou.

Estes dois trabalhadores apresentam, tal como os restantes infetados com a bactéria, comorbilidades e fatores de risco muito importantes para infeções em geral.

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Rita Perez classificou este surto de “muito importante” que decorreu num sítio com “uma expressão grande e em doentes mais vulneráveis”.

No seguimento deste surto, que a Direção-Geral da Saúde (DGS) deu por terminado na segunda-feira, foram infetadas 56 pessoas, das quais cinco morreram.

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