Em comunicado, o PDR referiu que o pedido de audiência visa debater a cobertura mediática feita aos partidos sem assento parlamentar “numa altura em que se multiplicam os debates e entrevistas em antecipação das legislativas de outubro”, e outros assuntos de "outros de importância vital para os portugueses".

O PDR invocou as declarações do Presidente da República no passado dia 6 a propósito da realização de vários debates televisivos entre os líderes dos partidos com assento parlamentar, apelando "para que se dê voz aos pequenos partidos".

Na altura, à margem de uma visita à Feira do Livro do Porto, o Presidente da República manifestou satisfação pelo número de entrevistas e debates nos órgãos de comunicação social aos líderes dos partidos candidatos às eleições de 6 de outubro, acrescentando ser “muito positivo” para a opinião pública.

Contudo, advertiu que "não se pode deixar de dar voz àqueles partidos que não têm assento na Assembleia da República mas que o querem ter", especialmente porque não vão participar nos debates televisivos.

Hoje, no comunicado, o PDR, liderado por António Marinho e Pinto, apontou o dedo à comunicação social e defendeu que “se a abstenção em Portugal é elevada, em grande parte é devido à manipulação dos meios de comunicação social, em benefício dos partidos do sistema”.

O PDR sustentou que convém aos "'grandes' partidos manter este ‘statu quo’ eleitoral para que se possam revezar no poder, com graves consequências para os portugueses”.

O partido acrescentou ainda que espera ser recebido “com a celeridade que se impõe a este assunto”, apelando a que Marcelo Rebelo de Sousa "aceite receber todos os partidos que não têm assento parlamentar” e não apenas o PDR.

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